quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Dica de viagem do dia: como não esquecer nada no cofre do hotel!

Meu povo, segura que essa dica é daquelas valiosas!

Eu não sei você, mas eu seeeeempre tenho medo de esquecer alguma coisa no cofre do hotel, seja documento, dinheiro, hd externo, etc....

Sempre invento alguma moda tipo escrever em letras garrafais algo como "Pegar as Coisas no Cofre!!!" em algum papel e colocar em cima da mochila, ou mesmo deixar a mochila do ladinho do cofre, colocar o celular pra despertar... enfim! Na correria (porque eu estou sempre atrasada) é fácil deixar alguma coisa pra trás, mesmo que essa coisa NUNCA possa ser esquecida.

E se você se idetificou no parágrafo acima, seus problemas acabaram!!!
A dica é simplérrima e efetiva:
Na noite anterior ao check out, coloque um pé do sapato que você irá usar dentro do cofre!!!
Não é genial? Você será forçado a lembrar.
A necessidade gera uma criatividade.... adoro!



dica e foto do Johnny Jet


E você? Já passou algum perrengue por conta da memória ou falta dela?
Já esqueceu alguma coisa importante pra trás e conseguiu recuperar?





segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Novidade no P.I.: roteiros personalizados, do seu jeito.

Plano Itinerante começou da vontade de aliar duas paixões: a escrita e o viajar. Junto delas, desenrolam aqui dezenas de outros assuntos que passeiam pelo design, arquitetura, fotografia, gastronomia e tantos outros. 

Nessa brincadeira de dividir com mais pessoas o que faz meus olhos brilharem, ouvi de vários leitores que deveria formalizar a ideia de personalizar roteiros, e não apenas passar dicas para amigos. 

Portanto, por saber da importância de uma indicação certeira é que o Plano Itinerante tem o prazer de informar que agora cria roteiros sob medidado seu jeito, de acordo com as suas preferências, orçamento, objetivo e tempo, com sugestões originais para que você possa desfrutar da sua viagem de maneira independente e extraordinária, otimizando cada dia do seu percurso.

Uma opção diferente dos pacotes padronizados, onde busco traçar um perfil do viajante através de informações fornecidas em um questionário. Juntos, criaremos um esboço da sua viagem sob medida, e em seguida farei as modificações necessárias para que o roteiro esteja dentro de todas as suas expectativas.

Para informações sobre valores, forma de pagamento, destinos, serviços incluídos e antecedência de solicitação, envie um email para planoitinerante@gmail.com


Será um prazer enorme fazer parte da sua viagem!





Se meus roteiros e dicas enviados previamente já contribuíram positivamente para suas andanças, deixe um comentário! Caso contrário, deixe também! :)



quarta-feira, 27 de agosto de 2014

O tempo na Tailândia hora por hora

Eis que a Copa do Mundo fez que, finalmente, o futebol fosse aderido pelos estadounidenses. Após lotarem estádios e bares por todo o país para assistirem e apoiarem a seleção deles, vi uma muito boa no Facebook de alguém que adorei. A frase era simples e ótima:


"Estados Unidos, agora que vocês descobriram o futebol, deixe-me apresentá-los o sistema métrico." 

Libras, graus fahrenheit, pés, milhas, polegadas, uffff! Confesso que toda essa diferença muitas vezes enche o saco, porém nada que um aplicativo conversor de medidas não resolva.

Mas em recente viagem à Tailândia, me chamou a atenção o curioso sistema de algo tão padronizado para nós ocidentais: as horas

Claro que temos o sistema de 24hs e o de 12 (am-pm), até aí tudo bem, mas o deles foge a tudo isso. Como? Pois bem. Vou tentar explicar, porque nem sei bem se entendi, e colocar em português a mistura que me foi passada é um desafio.

Lá, as 24 horas são divididas em 4 partes de 6 horas, sendo elas:

  • 07h  às 13h: primeira metade clara do dia
  • 1h (13h) às 07h (19h): segunda metade clara do dia
  • 07h (19h) às 01h: primeira metade da noite
  • 01h às 07h: segunda metade da noite

Ok. Mas em que isso muda todo o resto?

Lá vem!
De 7 da manhã até 1 da tarde é igual ao nosso sistema.
Ou seja, 10 da manhã por exemplo será 10 horas e pronto!
Depois disso é que entra a complicação.

Se for 3 da tarde (15hs), será dito algo como: Uma da tarde (período) três (hora).
Se for 6 da tarde (18hs) será portanto: Uma da tarde seis.
E assim em diante. 
Até as 19hs, que é quando dá-se início à primeira metade da noite, depois muda de acordo com o período.
Complicou? Outro exemplo:

8 da noite se diz: Sete da noite (período) oito.
11 da noiteSete da noite onze.

Mas como tudo que se é aprendido bonitinho na escola não se aplica no dia a dia local (falo pelo alemão), então se alguém te responde na rua: "4 da noite", provavelmente querem dizer que são 22hs!

Eita!
Mais infos aqui.

Nada disso me atrapalhou não, mesmo porque sabem que nós ocidentais nos embaralhamos todos com isso, mas o resumo da ópera deste post, além da trazer curiosidade pra você (kkkkk) é para alertar que ao fazer uma reserva ou marcar qualquer transfer e afins, peça que o horário seja descrito no sistema ocidental, assim você não corre o risco de ficar esperando Sarawut,o motorista do tuktuk, à 1 da tarde, quando ele na verdade te disse às 16h! Dizem que acontece...

Mas ó: 7 da noite ou 4 da manhã, a sensação térmica das 24hs por lá é sempre de 3 da tarde no deserto do Saara com a humidade da floresta amazônica. E tenho dito!







terça-feira, 26 de agosto de 2014

Links da terça

A Islândia está no topo da lista de lugares a serem visitados com urgência! O fotógrafo galês Andy Lee contribui para minha vontade com essas fotos que me deixam hipnotizada.

Uma lista com os melhores lugares para andar de camelo por aí. Há quem curta.

Acredite, uma lanterna já me salvou mais de uma vez em viagens, e se você quer algo prático and lindinho, dá uma olhada nessas daqui. A minha é normalzinha, oriental... vulgo da loja do chinês da Mariahilferstrasse. ;)

Comedor de plantão: se você é fã de um hamburger, um ramen ou um doughnut, está indo ou já está em NY, você pode comprar este guia com o mapa do paraíso. Boto fé nessa reunião de dicas.

Um tradutor de voz. Sim. 

Blue Iceland. De Andy Lee.





sexta-feira, 22 de agosto de 2014

O café pelo mundo: 31 clássicas maneiras de prepará-lo

Ele acorda, digere, socializa e até me traz dignidade nos piores dias. Sem o café, minha gente, eu não sou nin-guém!
Cada um tem um gosto, uma maneira, uma mania.
Eu sou adepta do café coado e bem forte pela manhã. Preto. Com algo de açúcar pra adoçar o dia.
Depois do almoço um espresso. Puro, amargo e curto.
A tarde, quando bate aquele soooono descontrolado, deixo me levar pela temperatura do dia, pelo praticidade ou pelo tempo: o Fernandinho fazia o melhor cafezinho da tarde lá na produtora. JR o melhor Triple Shot Iced Latte no Rabbit Hole, e Phoebe o melhor großer Brauner de Viena. Já eu faço um iced coffee com hazelnut syrup num copão que ô (e só)  lá em casa! 
A noite há quem se renda a um descafeinado. Pra mim é death before decaf.

O pessoal do CheapFlights fez um infográfico com 31 tipos de cafés do mundo.
Confesso que nunca ouvi dizer que se coloca gema no famosíssimo Wiener Melange (melange vienense), mas deve ser uma daquelas receitas que começaram de um jeito e terminaram de outro. E acredite, ô povinho pra gostar desse tal de melange, viu! Difícil ver alguém tomar café sem leite na Áustria. 
E atenção!: numa clássica cafeteria vienense, seu melange deverá ser servido numa bandeja de prata acompanhado de um copinho de água.

Já minha preferência nessa lista passeia com certeza entre o Ca phe vietnamita (o melhor iced coffee da minha vida foi num lugar chamado I Think You Like, em Hoi An, no Vietnam. Some este prazer aos 45°C que fazia naquela manhã. Sigh...) e um clássico ristretto italiano. Isso porque não estão na lista o Granizado de café de La Ibense, em Yecla, na Espanha e o cafezinho servido n o copo americano do Comercial Sabiá, no Mercado Central de Belo Horizonte.

E você? Quais da lista já provou? Quais são os seus cafés preferidos? Alguma dica imperdível??? Conta pra gente! Fui ali passar um cafezim.












segunda-feira, 5 de maio de 2014

Extremely happy people in Vienna

Dois vídeos de pessoas extremamente felizes em Viena.

* Ainda não tive a chance de cruzar por aqui com algum indivíduo capaz de se expressar de maneira tão não austríaca feliz, mas parece que eles existem! Haha!

No primeiro eu curto a menina nas escadas da biblioteca e tenho bastante apreço pelo cavalo tocador de acordeon, mesmo que só o tenha visto tocando teclado.





Já no segundo vídeo uma onda de felicidade exacerbada toma conta da Mariahilferstrasse em pleno inverno! Uau! Tô querendo até morar nessa cidade! ;)





sexta-feira, 28 de março de 2014

Você sabe o que é uma Martenitsa?

No dia 1o de março, Dani, uma amiga búlgara, me deu uma Marteniza de presente.
Martenitsas são pulseirinhas ou pompons feitos com fios nas cores branca e vermelha que se usa no pulso ou como um broche na roupa.

O adorno marca a chegada da primavera e acredita-se trazer sorte, saúde, prosperidade e felicidade. Diz a lenda que, quando usada, "acalma os ânimos" de Baba Marta, (Vovó Março), uma importante figura do folclore búlgaro. Ela é uma senhora muito temperamental e dessa forma, ela fica feliz e leva embora o inverno o todos os males.

Atenção: a Martenitsa não se compra, se ganha de alguém! E você não faz ideia de quanta gente disparou a falar em búlgaro comigo pelas ruas.

Se supõe que você só deve retirá-la ao avistar a primeira cegonha. Daí é só amarrar num galho de árvore e está tudo certo! ... Mais ou menos, né? Vamos combinar que cegonha não é um bicho que pousa normalmente na minha janela nem é tão popular assim, então a história me foi passada da seguinte forma: ao colocar a Martenitsa no meu pulso, Dani me disse pra fazer um pedido (à la fitinha do Bonfim) e para usá-la até avistar a primeira árvore florida, onde deveria enfim ser amarrada a pulseirinha.

Esses dias andando pelo Am Himmel, um lugar lindo com uma vista incrível de Viena, voilà: uma cerejeira florida por completo, o lugar perfeito para enfim deixar a tradição búlgara .

Mostrei a foto pra Dani, que ficou orgulhosíssima do meu feitio e garantiu: Baba Marta ficou super contente e atenderá ao meu pedido prontamente! :)




quinta-feira, 20 de março de 2014

Cork Globe

Anééém! Acordei com um novo objeto de desejo na minha caixa de entrada.
Marina Costa me enviou essa belezura de globo de cortiça, disponível no site da Suck UK por, diga-se de passagem, caríssimos 125 euros.
Esperemos. Quem sabe entra em promoção? :)






quarta-feira, 12 de março de 2014

Lisboa: a melhor Ginjinha e a pérola alentejana


De alguns textos que tenho pela metade, a maioria deles são de lugares que conheci em Portugal e fiquei tão apaixonada que me vi repetitiva e acabo pulando pra outro assunto. 
Há três dias li posts antigos aqui no blog me dei conta que há um ano estava por lá, e não me contive: resolvi tirá-los da gaveta porque Portugal merece sim todas as luzes.

Em minha última tarde em Lisboa, depois de ir e voltar da cidade algumas vezes durante um mês, decidi passear outra vez pelos lugares que mais gostei. Me enfiei nas ruelas de Alfama por tantas horas que fiquei triste em perceber como passava rápido aquele último dia. Eu, que tinha caído de gripe-sinusite-amidgalite como há muito não lembrava, me recuperava finalmente justo quando tinha que ir embora para a gelada Áustria. Já de volta ao centro, resolvi tomar uma ginjinha pra comemorar a saúde no seu local original.

A ginja é um tipo de cereja, e dela fazem um licor super popular por lá. É servido no copinho com ou sem a fruta, e pede-se "com elas" ou "sem elas". Existem diversos lugares em Lisboa onde se pode tomar a ginja, muitos deles são portinhas que vendem somente bebidas e toma-se ali de pé, depois do almoço ou quando bem entender. Porém, há uma no Largo São Domingos, perto da Praça do Rossio, que é tida como a original. "A Ginjinha Registrada". Pois tomei um par de ginjas "com elas" e segui rumo. Mas não antes de constatar que o senhor atrás balcão era um rabugento sem educação, e como já imaginava, a birita de lá não havia nenhuma diferença de tantos outras que havia tomado. 

Passei pela Antiga Casa do Bacalhau, onde 13 anos atrás meus pais compraram mandioca para levar pra Espanha a meus pedidos nostálgicos e onde se acha de tudo! Recheei a mochila de sabores e quando me preparava para descer ao Terreiro do Paço me deparei com a "Ginjinha Sem Rival - Eduardino". Apesar de ser o mesmo esquema que todas as outras, a Ginjinha Sem Rival ganhou pelo caboclo vendedor, que além de ser uma simpatia, desandou a me dar provinhas de outros licores como o de Beirão me fazendo voltar lá 2 hs depois pra me despedir da bichinha e conversando mais que pobre na chuva.

Desci ao Terreiro do Paço para dar um até logo ao Tejo já com o coração declamando um fado, e por ali fiquei um tempo ouvindo as gaivotas e sentindo o sol daquele inverno ameno. Pra mim, se Lisboa tivesse um som ele seria o som de gaivotas (o de Viena seria o som de corvos. Nada de Schubert, Mozart ou Strauss). É hipnotizante e delicioso, harmonizado com o barulho das águas do rio, que formam marolas e quebram nos degraus do terreiro. Ah, Lisboa...

De lá, fui com um amigo à Casa do Alentejo, que resumidamente é uma casa de cultura alentejana, onde acontecem diversos eventos típicos e onde há também um restaurante. Confesso que não estava com vontade de trocar o bacalhau e todos aqueles frutos do mar frescos de Lisboa por um porco alentejano por exemplo, então a surpresa veio quando de fato entramos no palacete, que de tão lindo dá vontade de de vestir um longo e fumar um cigarro na piteira depois do jantar. 

A fachada e todo o interior têm influência diretamente árabe. Poderia ser um riad marroquino certamente.
Depois de andarmos por toda a casa (deveria ter tirado fotos dos banheiros!) sem a menor cerimônia, a surpresa veio com uma portinha onde lia-se Taberna, e dava num pátio interno a céu aberto com dezenas de pessoas tomando um imperial bem como eu queria ("imperial" é o nome que dão ao chope por lá. Mas no Norte chama-se "fino". Ninguém me explicou, daí pedi fino em Lisboa, imperial no Porto e por aí foi...). Portando não se acanhe com a pompa do lugar. Se procurar com cuidado acabará por esbarrar no portinhola escondida, só conhecida pelos alfacinhas, como são carinhosamente chamados os lisboetas!

Ficamos ali entre tremoços, enquanto o sol ia embora e eu me preparava para minha última noite naquela cidade que poderia chamar de minha a qualquer hora. 

Já sinto saudades. Acho que é hora de voltar!


* Abaixo algumas fotos que tirei por lá.*

Céu de inverno da vida lisboeta.




A Antiga Casa do Bacalhau é um parque de diversões para os apaixonados pela culinária não somente local. Esse povo sabe mesmo comer bem!



 "Joaquim (ou Manuel) escolhe vinho para o almoço."


Eis A Ginjinha Registrada
Muita fama e pouco borogodó.





Fiquei fã mesmo do Eduardino aí.
Com ele não tem pra mais ninguém. É sem rival! rs!


Me despedindo da linda Alfama.



Lembrando que bicha em Portugal é apenas uma "fila".
:)




E o Terreiro do Paço.
Onde o tempo passa mais devagar...





Casa do Alentejo.
Uma mistura de Marrocos com sec. XIX. Uma belezura só!




Tcharam!






terça-feira, 11 de março de 2014

Links da terça

A arquiteta polonesa Maja Wronska faz ilustrações lindas demais de diversos pontos turísticos do mundo. 

Se a mímica ou o que houver de vocabulário em certa língua não ajudar, o Converse é um aplicativo que pode salvar quando você precisa ser entendido! 

Como dizem, o Travel App Box é o novo canivete suíço do viajante. Ele disponibiliza mapas offline, conversor de tamanho de roupas, moeda, código para ligaçã internacional, etc, etc...

Uma "fonte" com mais de 10.000 vasos sanitários reciclados é atração em um parque na cidade de Foshan, na China. Então tá bom, né!

O abandonado set do filme "Popeye" de 1980 vira parque temático em Malta.

O maior nome geográfico do mundo tem 85 letras e pertence a uma montanha na Nova Zelândia. Agora quero ver saber falar: Taumata­whakatangihanga­koauau­o­tamatea­turi­pukakapiki­maunga­horo­nuku­pokai­whenua­kitanatahu.


aquarela de maja wronska





Caño Cristales: el río de los cinco colores

Quando vi essas imagens ela primeira vez, me lembrei de Dallol.
Mas Caño Cristales, este rio maravilhoso na Colômbia não tem contra indicação alguma!
A cor da água é resultado do grande número da planta aquática Macarena Clavigera.
Fica ao norte de La Macarena, no departamento de Meta.
Para mais informações sobre o município, que há pouco tempo não tinha energia elétrica as 24 hs do dia, visite o site oficial.
As fotografias do rio que é conhecido como "o arco-íris que derreteu" são do fotógrafo Mario Carvajal.
Um surrealismo danado esse lugar!









Fotografía Caño Cristales: por Mario Carvajal (cc) 2012″